Está já disponível para consulta o Boletim das Bibliotecas Escolares do Agupamento. Não deixe de o ler! Vai ver que valerá a pena!
Boas leituras!
terça-feira, 18 de junho de 2013
Leitores em destaque no ano letivo 2012-2013
CATEGORIA ALUNOS
Nicole Gomes, 5.º I
João Pedro Santos, 6.º J
Jorge Correia, 7.º H
Crsitiana Martins, 8.º J
Mariana Correia, 9.º F
CATEGORIA PAIS/ENCARREGADOS DE EDUCAÇÃO
Maria da Graça Cruz
CATEGORIA PROFESSORES
Carla Soares
CATEGORIA ASSISTENTES OPERACIONAIS
Adriana Assunção
Todos estes utilizadores receberão da biblioteca escolar D. Luís de Loureiro um livro como presente.
Parabéns a todos, boas férias e ... boas leituras!
"Dizer e Cantar as palavras", na Feira do Livro Municipal
No dia 29 de maio, os alunos do Clube de Música da D. Luís de
Loureiro, em articulação com a Biblioteca D. Luís de Loureiro,
dinamizaram o espetáculo "Dizer e Cantar as palavras", no âmbito
da Feira do Livro Municipal . Nesse mesmo dia partilharam poemas e
canções com os alunos do Internato Dr. Víctor Fontes.
Os alunos intercalaram as canções "On my Own", do musical, "Os Miseráveis"; "Someone like you" (Adele); "Hey, soul sister" (Train), "More than words" (Extreme) e "Hall of fame" e "Menina estás à janela", com poemas de Mário Césariny ("Em
todas as ruas te encontro"); “Mal nos conhecemos inaugurámos a palavra amigo”, de Alexandre O’Neill ; “Há palavras que nos
beijam”, de Eugénio de Andrade; “Pelo Sonho é que vamos”, de Sebastião da Gama e “As
meninas”, de Vasco
Graça Moura.
quarta-feira, 22 de maio de 2013
Dia do Autor Português 2013
Instituído em 1982 pelo maestro Nóbrega e Sousa, o Dia do Autor Português é comemorado no dia 22 de maio e pretende homenagear os autores portugueses nas mais diversas áreas artísticas como a pintura, a literatura, a poesia, a música ou o cinema que têm contribuído para o enriquecimento da cultura portuguesa com as suas criações e distinguir aqueles que se destacaram na defesa e promoção dos direitos de autor.
Podes encontrar informações sobre a vida e a obra de muitos autores portugueses aqui,
- no site do Catalivros: http://www.catalivros.org/
- no site do Projecto Vercial: http://alfarrabio.di.uminho.pt/vercial/indice.htm
Boas leituras!
sexta-feira, 3 de maio de 2013
aLeR+ a Mãe - Sarau de homenagem à Mãe
(Painel temático elaborado pela professora Virgínia Alves, colaborada incansável e responsável por todos os painéis temáticos desde o início do ano letivo, com o apoio do Sr. Carlos Coimbra e alunos do 8.º ano.)
Hoje, durante a manhã, realizou-se um Sarau de homenagem à Mãe que envolveu os alunos das turmas do 6.º ano, a biblioteca, os professores de Português (Ana Cristina Carvalho e Carla Lucas), Ed. Musical (Adelino Soares), Ed. Visual (Armanda Barros e Cristina Andrade), EMRC (Agostinho Baptista) e os Diretores de Turma (Manuela Marques, Armanda Barros e Cristina Andrade).
Os alunos apresentaram os trabalhos realizados ao longo das últimas semanas: os poemas lidos, os poemas escritos, os poemas musicados por eles e reflexões sobre a Mãe e a família. Além disso, levam para oferecer às mães, no próximo domingo, uma pequena lembrança realizada em Ed. Visual. Lemos também o livro "Coração de Mãe", de Isabel Minhós Martins e Bernardo de Carvalho (ilustrador). A propósito deste livro, os alunos preencheram uma ficha. Deixamos aqui as frases elaboradas por alguns alunos:
Ao longo do Sarau, falou-se da Mãe na Arte: na pintura, na poesia, na escultura e na música. Fica aqui o registo dos trabalhos apresentados e que estão expostos na biblioteca.
Os trabalhos dos alunos:
A canção de homenagem à Mãe da autoria do professor Agostinho:
Simplesmente mãe from becreluisdeloureiro
Fica ainda o registo da temática da mãe na música portuguesa: Mãe Negra, poema de Alda Lara, cantado por Paulo de Carvalho:
e "Deolinda de Jesus", de António Variações , cantada por Isabel Silvestre:
Fica ainda o registo da temática da mãe na música portuguesa: Mãe Negra, poema de Alda Lara, cantado por Paulo de Carvalho:
e "Deolinda de Jesus", de António Variações , cantada por Isabel Silvestre:
quarta-feira, 24 de abril de 2013
A palavra LIBERDADE
Fotografia da exposição realizada na Escola D. Luís de Loureiro, pelo Departamento de Ciências Sociais e Humanas.
Celebramos amanhã o 25 de abril, dia da Liberdade. Aqui ficam sugestões de leituras em jeito de celebração neste dia tão importante para o nosso país. Na tua biblioteca!
«Trova do Vento que
Passa»
Pergunto ao vento que
passa
notícias do meu país
e o vento cala a desgraça
o vento nada me diz.
notícias do meu país
e o vento cala a desgraça
o vento nada me diz.
Pergunto aos rios que
levam
tanto sonho à flor das águas
e os rios não me sossegam
levam sonhos deixam mágoas.
tanto sonho à flor das águas
e os rios não me sossegam
levam sonhos deixam mágoas.
Levam sonhos deixam mágoas
ai rios do meu país
minha pátria à flor das águas
para onde vais? Ninguém diz.
ai rios do meu país
minha pátria à flor das águas
para onde vais? Ninguém diz.
Se o verde trevo desfolhas
pede notícias e diz
ao trevo de quatro folhas
que morro por meu país.
pede notícias e diz
ao trevo de quatro folhas
que morro por meu país.
Pergunto à gente que passa
por
que vai de olhos no chão.
Silêncio -- é tudo o que tem
quem vive na servidão.
Silêncio -- é tudo o que tem
quem vive na servidão.
Vi florir os verdes
ramos
direitos e ao céu voltados.
E a quem gosta de ter amos
vi sempre os ombros curvados.
E a quem gosta de ter amos
vi sempre os ombros curvados.
E o vento não me diz
nada
ninguém diz nada de novo.
Vi minha pátria pregada
nos braços em cruz do povo.
ninguém diz nada de novo.
Vi minha pátria pregada
nos braços em cruz do povo.
Vi minha pátria na margem
dos rios que vão pró mar
como quem ama a viagem
mas tem sempre de ficar.
dos rios que vão pró mar
como quem ama a viagem
mas tem sempre de ficar.
Vi navios a partir
(minha pátria à flor das águas)
vi minha pátria florir
(verdes folhas verdes mágoas).
(minha pátria à flor das águas)
vi minha pátria florir
(verdes folhas verdes mágoas).
Há quem te queira ignorada
e fale pátria em teu nome.
Eu vi-te crucificada
nos braços negros da fome.
e fale pátria em teu nome.
Eu vi-te crucificada
nos braços negros da fome.
E o vento não me diz nada
só o silêncio persiste.
Vi minha pátria parada
à beira de um rio triste.
só o silêncio persiste.
Vi minha pátria parada
à beira de um rio triste.
Ninguém diz nada de novo
se notícias vou pedindo
nas mãos vazias do povo
vi minha pátria florindo.
se notícias vou pedindo
nas mãos vazias do povo
vi minha pátria florindo.
E a noite cresce por dentro
dos homens do meu país.
Peço notícias ao vento
dos homens do meu país.
Peço notícias ao vento
e o vento nada me diz.
Mas há sempre uma
candeia
dentro da própria desgraça
há sempre alguém que semeia
canções no vento que passa.
dentro da própria desgraça
há sempre alguém que semeia
canções no vento que passa.
Mesmo na noite mais triste
em tempo de servidão
há sempre alguém que resiste
há sempre alguém que diz não.
em tempo de servidão
há sempre alguém que resiste
há sempre alguém que diz não.
Manuel
Alegre
Este poema de Manuel Alegre simboliza a
esperança pela Liberdade e foi cantado por
Adriano Correia de Oliveira, em 1963. Podes ouvi-lo aqui:
terça-feira, 23 de abril de 2013
Dia Internacional do Livro e do Direito de Autor
O Dia Mundial do Livro é comemorado, desde 1996 e por decisão da UNESCO, a 23 de Abril. Trata-se de uma data simbólica para a literatura, já que, segundo os vários calendários, neste dia desapareceram importantes escritores como Cervantes e Shakespeare, falecidos em 1616, exactamente a 23 de Abril. A ideia da comemoração teve origem na Catalunha: a 23 de Abril, dia de São Jorge, uma rosa é oferecida a quem comprar um livro. Mais recentemente, a troca de uma rosa por um livro tornou-se uma tradição em vários países do mundo.
Este ano, a imagem da Direção Geral do Livro e das Bibliotecas é da autoria de Gémeo Luís, ilustrador premiado e internacionalmente conhecido.informação retirada de http://www.iplb.pt/sites/DGLB/Portugues/livro/promocaoLeitura/accoesPromocaoLeitura/diasMundiais/Paginas/DiasMundiaisdoLivro.aspx
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