PARABÉNS A TODOS E BOAS LEITURAS!
terça-feira, 13 de novembro de 2012
Vencedores da Atividade "Duarte e Marta"
Já são conhecidos os vencedores da atividade "Duarte e Marta" , promovida pela Porto Editora.
1.º Lugar - João Pedro Santos, n.º 10 da turma do 6.º J
2.º Lugar- David Oliveira, n.º 6 da Turma 6.º H
3.º Lugar - João Amaral, n.º 10, da Turma 6.º I
PARABÉNS A TODOS E BOAS LEITURAS!
PARABÉNS A TODOS E BOAS LEITURAS!
segunda-feira, 12 de novembro de 2012
A Biblioteca Escolar do Futuro - vencedores
Já são conhecidas as vencedoras do concurso " A Biblioteca Escolar do Futuro"!
Na modalidade de texto literário, a aluna Mónica Teixeira , n.º 16, da Turma G do 9.º ano. Podem ler aqui o seu texto:
Na modalidade de desenho, a aluna Andreia Rodrigues, n.º 13, da mesma turma (9.º G).
PARABÉNS!
Na modalidade de texto literário, a aluna Mónica Teixeira , n.º 16, da Turma G do 9.º ano. Podem ler aqui o seu texto:
Na modalidade de desenho, a aluna Andreia Rodrigues, n.º 13, da mesma turma (9.º G).
PARABÉNS!
sábado, 3 de novembro de 2012
Com a BE/CRE a ajudar, adultos sábios vamos ficar!
Ao longo do mês de outubro, em todas as escolas e jardins, falou-se da importância da biblioteca escolar. Partilhamos aqui os trabalhos de alguns alunos. E que lindos trabalhos! Parabéns a todos!
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Mês Internacional das Bibliotecas Escolares
Concurso Nacional de Leitura 2012-2013
Demos início, esta semana, em parceria com a Biblioteca do Infante, à 7ª edição do Concurso Nacional de Leitura na nossa Biblioteca!
«A leitura engrandece a alma.»
Voltaire
Calendarização do Concurso:- 1.ª Fase – Provas nas escolas (Realização do concurso nas escolas): de 29 de outubro de 2012 a 11 de janeiro de 2013
- 2.ª Fase – Provas distritais (Bibliotecas Públicas): final de abril de 2013
- 3.ª Fase – Provas finais em local a fixar: maio de 2013
PARTICIPA!!
quarta-feira, 31 de outubro de 2012
quinta-feira, 25 de outubro de 2012
Atividade de Leitura «Duarte e Marta»
A Biblioteca D. Luís Loureiro e a Biblioteca do Infante, em colaboração com a Porto Editora, vão promover a atividade de leitura “Duarte e Marta” cujos destinatários são os alunos do 6º ano do agrupamento (15 alunos participantes da Escola Básica Infante D. Henrique e 10 alunos da Escola Básica D. Luís Loureiro).
Trata-se de uma atividade de leitura de um dos títulos da coleção infanto-juvenil Duarte e Marta, recentemente publicada, da autoria dos jornalistas Maria Inês Almeida e Joaquim Vieira.
Calendarização da atividade:
- 26 de outubro: levantamento dos livros pelos alunos nas BE;
- de 16 de outubro a 7 de novembro: leitura do livro;
- 7 de novembro: os alunos devolvem os livros lidos e respondem a um questionário (das 10:00h às 10:15h).
PRÉMIOS:
- 1 diploma por participante
- Flyer de desconto nas lojas Bertrand
- Prémios finais surpresa (T-shirt, canetas e livros) aos 3 alunos que responderem mais rapidamente e com mais respostas corretas ao questionário .
PARTICIPA!
domingo, 21 de outubro de 2012
Morreu-nos Manuel António Pina...
É com tristeza que partilho com todos a notícia da morte do grande escritor Manuel António Pina. Na nossa biblioteca conhecemos sobretudo as suas obras para a infância e a juventude.
"O escritor que nasceu, em 1943, no Sabugal, na Beira Alta, vivia no
Porto desde os 17 anos numa casa com muitos gatos, que lhe davam
material de sobra para os poemas. Conta-se, e foi relatado no “JL -
Jornal de Letras, Artes e Ideias” em 2001, que durante a visita a uma
exposição de retratos de escritores portugueses na Feira do Livro de
Frankfurt, Helmut Kohl terá parado em frente da fotografia de Manuel
António Pina e de um gato e perguntado quem era o escritor.
Responderam-lhe que era “o do bigode”. E o chanceler terá dito: “Bigodes
têm os dois”. Além de integrar a representação oficial da literatura
portuguesa na Feira do Livro de Frankfurt, em 1997, o escritor esteve
também na comitiva do Salão do Livro de Paris, em 2000, e no Salão do
Livro de Genève, em 2001.
Durante a infância, foi-lhe difícil fazer amigos. Andou de terra em terra por causa da profissão do pai que era chefe das Finanças e também tinha o cargo de juiz das execuções fiscais. A família nunca chegava a ficar mais de seis anos em cada localidade. Foi o pai que o ensinou a ler e a escrever mesmo antes de ir para a escola e treinava a ler os títulos do “1º de Janeiro”. Desde os seis ou sete anos que escrevia poemas, que a sua mãe guardava, e embora só tivesse publicado o primeiro livro de poemas em 1974, começou a escrevê-lo em 1965.
Numa entrevista que deu ao “JL”, e 2001, contou que num dia de grande trovoada a mãe o foi encontrar de joelhos a escrever em cima de uma cadeira. Pensou que o filho estava a rezar mas afinal, Pina estava a escrever “uns versinhos sobre a história do milagre das rosas”. Era a sua maneira de combater o medo que tinha da trovoada. “Hoje, já não me assustam as trovoadas, mas continuo a escrever porque tenho medo. Se calhar, medo de ter medo, como dizia o O’Neill”, acrescentou.Tinha mais de 50 livros publicados e muitos dos seus livros nasceram da leitura de ensaios, disse na entrevista que deu depois de receber o Prémio Camões 2011 ao PÚBLICO. As suas amigas psicanalistas diziam-lhe que se não escrevesse, seria um bom cliente. Por isso brincava dizendo que a escrita lhe dava para poupar muito dinheiro.
Foi só depois do nascimento das suas filhas, a Sara em 1970 e a Ana em 1974, que começou a escrever literatura infantil. Em 1988 recebeu o Prémio do Centro Português para o Teatro para a Infância e Juventude (CPTIJ) pelo conjunto da sua obra neste domínio. Em 1993, recebeu o Prémio Nacional de Crónica, Press Club/ Clube de Jornalistas.
Em 2002, com a publicação de “Atropelamento e Fuga”, recebeu o Prémio da Crítica, atribuído pela Secção Portuguesa da Associação Internacional de Críticos Literários, ao conjunto da sua obra poética. Pelo livro de poesia “Os Livros”, editado pela Assírio & Alvim em 2003, recebeu o Prémio Luís Miguel Nava de Poesia e Grande Prémio de Poesia da Associação Portuguesa de Escritores/ CTT. E em 2004, foi-lhe atribuído o Prémio de Crónica da Casa da Imprensa, pelo seu conjunto de crónicas publicadas em jornais e revistas.
[...]
Quando, em 2011, Manuel António Pina soube que lhe tinha sido atribuído o Prémio Camões por toda a sua obra - que inclui poesia, crónica, ensaio, literatura infantil e peças de teatro – afirmou: “É a coisa mais inesperada que podia esperar”."
Por Isabel Coutinho, no Jornal Público de 19/10/2012, disponível em
http://www.publico.pt/Cultura/manuel-antonio-pina-1567976?all=1
Livros ao autor disponíveis na nossa Biblioteca:
Pequeno livro de Desmatemática
O Tesouro
História com Reis, Rainhas, Bobos, Bombeiros e Galinhas
Os Piratas
Poesia Reunida
Manuel António Pina, a propósito de um dos seus livros:
Fotografia de Lisa Soares
Durante a infância, foi-lhe difícil fazer amigos. Andou de terra em terra por causa da profissão do pai que era chefe das Finanças e também tinha o cargo de juiz das execuções fiscais. A família nunca chegava a ficar mais de seis anos em cada localidade. Foi o pai que o ensinou a ler e a escrever mesmo antes de ir para a escola e treinava a ler os títulos do “1º de Janeiro”. Desde os seis ou sete anos que escrevia poemas, que a sua mãe guardava, e embora só tivesse publicado o primeiro livro de poemas em 1974, começou a escrevê-lo em 1965.
Numa entrevista que deu ao “JL”, e 2001, contou que num dia de grande trovoada a mãe o foi encontrar de joelhos a escrever em cima de uma cadeira. Pensou que o filho estava a rezar mas afinal, Pina estava a escrever “uns versinhos sobre a história do milagre das rosas”. Era a sua maneira de combater o medo que tinha da trovoada. “Hoje, já não me assustam as trovoadas, mas continuo a escrever porque tenho medo. Se calhar, medo de ter medo, como dizia o O’Neill”, acrescentou.Tinha mais de 50 livros publicados e muitos dos seus livros nasceram da leitura de ensaios, disse na entrevista que deu depois de receber o Prémio Camões 2011 ao PÚBLICO. As suas amigas psicanalistas diziam-lhe que se não escrevesse, seria um bom cliente. Por isso brincava dizendo que a escrita lhe dava para poupar muito dinheiro.
Foi só depois do nascimento das suas filhas, a Sara em 1970 e a Ana em 1974, que começou a escrever literatura infantil. Em 1988 recebeu o Prémio do Centro Português para o Teatro para a Infância e Juventude (CPTIJ) pelo conjunto da sua obra neste domínio. Em 1993, recebeu o Prémio Nacional de Crónica, Press Club/ Clube de Jornalistas.
Em 2002, com a publicação de “Atropelamento e Fuga”, recebeu o Prémio da Crítica, atribuído pela Secção Portuguesa da Associação Internacional de Críticos Literários, ao conjunto da sua obra poética. Pelo livro de poesia “Os Livros”, editado pela Assírio & Alvim em 2003, recebeu o Prémio Luís Miguel Nava de Poesia e Grande Prémio de Poesia da Associação Portuguesa de Escritores/ CTT. E em 2004, foi-lhe atribuído o Prémio de Crónica da Casa da Imprensa, pelo seu conjunto de crónicas publicadas em jornais e revistas.
[...]
Quando, em 2011, Manuel António Pina soube que lhe tinha sido atribuído o Prémio Camões por toda a sua obra - que inclui poesia, crónica, ensaio, literatura infantil e peças de teatro – afirmou: “É a coisa mais inesperada que podia esperar”."
Por Isabel Coutinho, no Jornal Público de 19/10/2012, disponível em
http://www.publico.pt/Cultura/manuel-antonio-pina-1567976?all=1
Livros ao autor disponíveis na nossa Biblioteca:
Pequeno livro de Desmatemática
O Tesouro
História com Reis, Rainhas, Bobos, Bombeiros e Galinhas
Os Piratas
Poesia Reunida
Manuel António Pina, a propósito de um dos seus livros:
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