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domingo, 14 de fevereiro de 2010

Dia de S. Valentim



Encerramos hoje, Dia de S. Valentim, a Semana do Amor.

S. Valentim foi aclamado santo pela Igreja e é conhecido como protector dos namorados.

No século III, em Roma, Valentim, era um sacerdote e o imperador era Cláudio II,o Gótico. O Império enfrentava muitos problemas, com inúmeras batalhas perdidas. O imperador deduziu que a culpa era dos soldados solteiros, que segundo ele, eram os menos destemidos ou ousados nas lutas. E, mais, que depois de se ferirem levemente, pediam dispensa das frentes. Mas, o que era pior, retornavam para o exército, casados e nesta condição queriam voltar vivos, enfraquecendo os exércitos. Por isto, proibiu a celebração dos casamentos.

Valentim, que considerava essa medida injusta, continuou a celebrar os casamentos, mas secretamente. Quando soube das ações do sacerdote, Cláudio mandou que fosse preso e interrogou-o publicamente. As suas respostas foram elogiadas pelo soberano que disse: "Escutem a sábia doutrina deste homem". E, de fatco, parece que a pregação de Valentim o tinha impressionado, pois mandou-o para uma prisão domiciliarária, indicando a residência do prefeito romano Asterio, onde todos eram pagãos.

Logo que chegou a essa casa, o sacerdote ficou a saber que o prefeito tinha uma filha cega. Disse aos familiares que iria rezar e pedir para Jesus Cristo pela cura da jovem, o que ocorreu alguns dias depois. Mas, nesta altura dos factos, Valentim tinha convertido a família interia do prefeito. Isto agravou sua pena, sendo condenado a morte.

A antiga lenda acrescentou que após curar a jovem, ele teria se enamorado dela, platonicamente, mas preferiu o seu ministério. Antes de morrer teria escrito uma carta para a jovem e entregou-a ao pai dela. No dia 14 de fevereiro de 286 foi levado para a chamada via Flaminia, onde foi morto a pauladas e depois decapitado.

(Informação retirada de http://www.paulinas.org.br/diafeliz/santo.aspx?Dia=14&Mes=2&SantoID=23 )



sábado, 13 de fevereiro de 2010

Poemas de Amor III



Ontem, na nossa biblioteca, festejou-se uma das maiores formas de amor: a AMIZADE. Algumas turmas de EMRC, com a professora Isabel Cantarinha, entoaram canções sobre a importância dos amigos, declamaram poemas sobre a urgência da humanidade viver em AMOR.



Mal nos conhecemos
Inauguramos a palavra amigo!
Amigo é um sorriso
De boca em boca,
Um olhar bem limpo
Uma casa, mesmo modesta, que se oferece.
Um coração pronto a pulsar
Na nossa mão!
Amigo (recordam-se, vocês aí,
Escrupulosos detritos?)
Amigo é o contrário de inimigo!
Amigo é o erro corrigido,
Não o erro perseguido, explorado.
É a verdade partilhada, praticada.
Amigo é a solidão derrotada!
Amigo é uma grande tarefa,
Um trabalho sem fim,
Um espaço útil, um tempo fértil,
Amigo vai ser, é já uma grande festa!


Alexandre O'Neill


Tu eras também uma pequena folha
que tremia no meu peito.
O vento da vida pôs-te ali.
A princípio não te vi: não soube
que ias comigo,
até que as tuas raízes
atravessaram o meu peito,
se uniram aos fios do meu sangue,
falaram pela minha boca,
floresceram comigo.

Pablo Neruda

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Poemas de Amor II

Na nossa biblioteca, ao longo da semana, distribuiram-se poemas de amor como quem espalha rosas. Uma prenda feita de palavras com o mundo todo lá dentro.

Olhos

De tanto olhar os teus olhos
perco o pé e o viver.
Oh que olhos tão bonitos,
olhos de água em que os aflitos
mergulham até morrer.

João Pedro Mésseder/Francisco Duarte Mangas

Em todas as ruas…

Em todas as ruas te encontro
em todas as ruas te perco
conheço tão bem o teu corpo
sonhei tanto a tua figura
que é de olhos fechados que eu ando
a limitar a tua altura
e bebo a água e sorvo o ar
que te atravessou a cintura
tanto, tão perto, tão real
que o meu corpo se transfigura
e toca o seu próprio elemento
num corpo que já não é o seu
num rio que desapareceu
onde um braço teu me procura

Em todas as ruas te encontro
em todas as ruas te perco.

Mário de Césariny de Vasconcelos


POEMA DE AMOR

Esta noite ofereço-te o anel de Saturno
e quase ia morrendo com o receio de que
ele não te coubesse no dedo

Jorge de Sousa Braga

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Poemas de amor I


Quase Nada

O amor
é uma ave a tremer
nas mãos de uma criança.
Serve-se de palavras
por ignorar
que as manhãs mais limpas
não têm voz.

Eugénio de Andrade

O amor, meu amor

Nosso amor é impuro
como impura é a luz e a água
e tudo quanto nasce
e vive além do tempo.

Minhas pernas são água,
as tuas são luz
e dão a volta ao universo
quando se enlaçam
até se tornarem deserto e escuro
E eu sofro de te abraçar
depois de te abraçar para não sofrer.

E toco-te
para deixares de ter corpo
e o meu corpo nasce
quando se extingue no teu.

E respiro em tipara me sufocar
e espreito em tua claridade
para me cegar,
meu Sol vertido em Lua,
minha noite alvorecida.

Tu me bebes
e eu me converto na tua sede.
Meus lábios mordem,
meus dentes beijam,
minha pele te veste
e ficas ainda despida.

Pudesse eu ser tu
e em tua saudade ser a minha própria espera.

Mas eu deito-me em teu leito
quando apenas queria dormir em ti.

E sonho-te
quando ansiava ser um sonho teu.

E levito, voo de semente,
para em mim mesmo te plantar
menos que flor: simples perfume,
lembrança de pétala sem chão onde tombar.

Teus olhos inundando os meus
e a minha vida, já sem leito,vai galgando margens
até tudo ser mar.
Esse mar que só há depois do mar.

Mia Couto


Respiro o teu corpo

Respiro o teu corpo:
sabe a lua-de-água
ao amanhecer,
sabe a cal molhada,
sabe a luz mordida,
sabe a brisa nua,
ao sangue dos rios,
sabe a rosa louca,
ao cair da noite
sabe a pedra amarga,
sabe à minha boca.

Eugénio de Andrade


quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Grandes filmes de amor baseados em livros

O Carteiro de Pablo Neruda
Filme dirigido por Michael Radford sobre a amizade entre o poeta chileno Pablo Neruda e um humilde carteiro que deseja aprender a fazer poesia para conquistar a mulher por quem está apiaxonado. Baseado no livro com o mesmo nome de António Skármeta.


O Diário da Nossa Paixão


Filme do realizador Nick Cassavetes, baseado no romance do mesmo nome de Nicholas Sparks. Conta a história de amor entre dois jovens que se prolonga até à eternidade.





As pontes de Madison County


Filme dirigido por Clint Eastwood, apartir do livro com o mesmo nome de Robert James Waller. Conta a história de uma mulher casada que se envolve com um fotógrafo da revista National Geographic que vai a Madison fotografar as famosas pontes.







Dr. Jivago

Filme baseado no romance com o mesmo nome de Boris Pasternak. Conta a história de um homem dividido entre duas mulheres, tendo como pano de fundo a Revolução Russa de 1917.


Orgulho e Preconceito

Filme baseado no romance com o mesmo nome da escritora Jane Austen, publicado pela primeira vez em 1813.

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Cartas de amor de homens célebres




"As cartas de amor começam sem saber o que se vai dizer, e terminam sem saber o que se disse".
Jean Jacques Rousseau (1712-1778)


As cartas de amor são ridículas


Todas as cartas de amor são
Ridículas.
Não seriam cartas de amor se não fossem
Ridículas.

Também escrevi em meu tempo cartas de amor,
Como as outras,
Ridículas.


As cartas de amor, se há amor,
Têm de ser
Ridículas.


Mas, afinal,
Só as criaturas que nunca escreveram
Cartas de amor
É que são
Ridículas.

Fernando Pessoa


Cartas de amor de homens célebres

“Anjo, acabo de saber que há correio todos os dias. Tem calma, ama-me – hoje – ontem. Que saudades em lágrimas por ti. Tu, a minha vida, meu tudo, até breve. Oh, ama-me sempre, nunca duvides do meu coração fidelíssimo. Do teu amado."

(Ludwing Van Beethoven, 1770-1827, carta nunca enviada para a sua amada imortal)



“Oh, como gostaria de passar metade do dia ajoelhado aos teus pés, com a cabeça no teu regaço, sonhando belos sonhos, contando-te os meus pensamentos em langor, em enlevo, por vezes em silêncio, mas beijando o teu robe!... Ó minha bem amada Eva, luz dos meus dias, luz das minhas noites, minha esperança, minha adorada, minha inteiramente amada, minha única querida, quando te verei? (…) Um beijo, meu anjo da terra, um beijo saboreado lentamente, e boa noite! "

(Honoré de Balzac , 1799-1850, para a Condessa Ewelina Hanska, sua amante e mais tarde sua mulher)


“Minha querida Kitty: cheguei são e salvo, excepto pelo vazio do meu coração, que tu provocaste, como uma querida e encantadora desmazelada que és. (…) Estou sentado sozinho e solitário no meu quarto (dez da noite, depois do teatro) e daria um guinéu por uma carícia da tua mão.”

(Laurence Sterne, 1713-1786, para Catheriine Fourmantel, sua amante)



“Não vais acreditar na saudade que me possui. A razão principal é o meu amor e o facto de não me habituar a estarmos tão longe um do outro. (…) Os meus passos levam-me, verdade seja dita, ao teu quarto, mas não te encontrando aí, regresso de coração triste e desconsolado, qual amante rejeitado. Pensa tu o que tem sido a minha vida, quando só encontro o meu repouso na labuta, e o meu consolo no infortúnio e na angústia. Adeus.”

(De Plínio, o Novo, 61 D.C. – 112 D.C, para Calpurnia, sua mulher)



“Minha adorada noiva: (…) São sempre difíceis de acabar as minhas cartas – porque não ouso escrever os finais como os sinto. J'ai peur de vous effaroucher. E depois da sua proud reserve assusta-me um pouco. E assim só digo que te adoro, meu querido amor.”

(Eça de Queirós, 1845-1900, para Emília de Castro Pamplona, sua noiva e futura mulher)


“Meu querido Bebezinho: Não te admires de certo laconismo nas minhas cartas. As cartas são para as pessoas a quem não interessa mais falar: para essas escrevo de boa vontade. À minha mãe, por exemplo, nunca escrevi de boa vontade, exactamente porque gosto muito dela. Quero que sintas isto, que saibas que eu sinto e penso assim a este respeito, para não me achares seco, frio, indiferente. Eu não o sou, meu Bebezinho, minha almofadinha cor-de-rosa para pregar beijos (que grande disparate!) Mando um meiguinho chinês. E adeus até amanhã, meu anjo. Um quarteirão de milhares de beijos do teu, sempre teu. Fernando. "

(Fernando Pessoa, 1888-1935, para Ofélia Queiroz)


in DOYLE, Ursula - Cartas de Amor de Grandes Homens. Lisboa: Bertand Editora, 2009

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

7 dias para o AMOR

Imagem retirada de http://www.digitalphoto.pl/foto_galeria/2220_2006-0226.JPG

Do Amor

"Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse Amor, seria como o metal que soa ou como o sino que tine. [...]. O Amor é paciente, é benigno; o Amor não é invejoso, não trata com leviandade, não se ensoberbece, não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal, não folga com a injustiça, mas folga com a verdade. Tudo tolera, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. O Amor nunca falha."


Epístola da S. Paulo aos Coríntios, 13


"Então, Almitra disse: "Fala-nos do amor".
E ele ergueu a fronte e olhou para multidão, e um silêncio caiu sobre todos, e com uma voz forte, disse:
"Quando o amor vos chamar, segui-o
mesmo que os seus caminhos sejam agrestes e escarpados;
E quando ele vos envolver com suas asas, entregai-vos a ele,
[...] E quando ele vos falar, acreditai nele,
Embora sua voz possa despedaçar vossos sonhos como o vento devasta o jardim."


In O Profeta, de Khalil Gibran


"Amor é fogo que arde sem se ver,
é ferida que dói, e não se sente;
é um contentamento descontente,
é dor que desatina sem doer.

É um não querer mais que bem querer;
é um andar solitário entre a gente;
é nunca contentar-se de contente;
é um cuidar que ganha em se perder.

É querer estar preso por vontade;
é servir a quem vence, o vencedor;
é ter com quem nos mata, lealdade.

Mas como causar pode seu favor
nos corações humanos amizade,
se tão contrário a si é o mesmo Amor?"

Luís Vaz de Camões

"É urgente o Amor,
É urgente um barco no mar.

É urgente destruir certas palavras
ódio, solidão e crueldade,
alguns lamentos, muitas espadas.

É urgente inventar alegria,
multiplicar os beijos, as searas,
é urgente descobrir rosas e rios
e manhãs claras.

Cai o silêncio nos ombros,
e a luz impura até doer.

É urgente o amor,
É urgente permanecer. "

Eugénio de Andrade

Semana do Amor


A BE/CRE celebrará de 8 a 12 de Fevereiro a SEMANA DO AMOR. Ao longo desta semana, realizaremos as seguintes actividades:

Começar bem o dia com Poesia! (ao longo da Semana, no livro de ponto, os Professores encontrarão um poema de amor que deverá ser lido ao primeiro tempo da manhã);
• Visualização do filme “O Carteiro de Pablo Neruda” (alunos do 3.º ciclo, conforme plano em anexo);
• Exposição no placar da BE/CRE - “O AMOR EM VÁRIOS IDIOMAS” (exposição de poemas de amor em Português, Francês, Inglês e Espanhol recolhidos em contexto lectivo e exposição de frases sobre o AMOR elaboradas pelos alunos, nas aulas de língua estrangeira …);
• Actividade: “No dia de S. Valentim, ofereça um poema de amor…”: todos os interessados podem escolher na BE/CRE poemas de amor de autores consagrados para oferecer a quem desejarem.
• No blog da BE/CRE (www.leituraseliteracias.blogspot.com), “Sete dias para o AMOR”: curiosidades, cartas de amor, grandes poetas do Amor, livros …


Porque, como escreveu Eugénio de Andrade, “É urgente o AMOR” !

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Natal ... com livros!


No âmbito da actividade Natal com livros! está a decorrer na Escola E.B 2,3 D. Luís de Loureiro a Feira do Livro. No próximo domingo, dia 13 de Dezembro, teremos a Feira do Livro aberta à comunidade, das 14.30 às 17H. Nesse dia, teremos a honra de receber na nossa biblioteca a escritora Glória Paiva que dinamizará a actividade "Chá com livros!".
Esperamos por si!


quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Porque hoje se celebra o Dia de S. Martinho...


Fotografia de Pedro N S Costa (retirada de http://olhares.aeiou.pt/o_homem_das_castanhas_i_foto884864.html)

Porque hoje se celebra o Dia de S. Martinho, aqui fica um poema de Ary dos Santos.

O Homem das Castanhas

Na Praça da Figueira,
ou no Jardim da Estrela,
num fogareiro aceso é que ele arde.
Ao canto do Outono,à esquina do Inverno,
o homem das castanhas é eterno.
Não tem eira nem beira, nem guarida,
e apregoa como um desafio.

É um cartucho pardo a sua vida,
e, se não mata a fome, mata o frio.
Um carro que se empurra,
um chapéu esburacado,
no peito uma castanha que não arde.
Tem a chuva nos olhos e tem o ar cansado
o homem que apregoa ao fim da tarde.
Ao pé dum candeeiro acaba o dia,
voz rouca com o travo da pobreza.
Apregoa pedaços de alegria,
e à noite vai dormir com a tristeza.

Quem quer quentes e boas, quentinhas?
A estalarem cinzentas, na brasa.
Quem quer quentes e boas, quentinhas?
Quem compra leva mais calor p'ra casa.

A mágoa que transporta a miséria ambulante,
passeia na cidade o dia inteiro.
É como se empurrasse o Outono diante;
é como se empurrasse o nevoeiro.
Quem sabe a desventura do seu fado?
Quem olha para o homem das castanhas?
Nunca ninguém pensou que ali ao lado
ardem no fogareiro dores tamanhas.

Quem quer quentes e boas, quentinhas?
A estalarem cinzentas, na brasa.
Quem quer quentes e boas, quentinhas?
Quem compra leva mais amor p'ra casa.


Ary dos Santos


E podem ouvir aqui o fadista Carlos do Carmo, a cantar o mesmo poema.

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Baús de sonhos!


Nestes últimos dias têm sido preparados, na nossa biblioteca, baús de livros para leitura domiciliária, para os alunos das escolas do primeiro ciclo. Não são apenas caixas, mais ou menos bonitas, com livros dentro. São baús de sonhos em movimento, são asas para voar, são janelas escancaradas para o horizonte e tapetes voadores para mundos mágicos. Por isso, fico tão feliz quando vejo os baús a deixarem a biblioteca...

Aqui fica um acróstico realizado pelos alunos do 3.º ano da escola do 1.º CEB de Passos de Silgueiros, na Semana da Biblioteca Escolar.

Bibliotecários
Imaginativos com
Baú de
Livros poéticos
Inventam coisas
Originais com
Títulos
Encantadores que
Criam com carinho
Amizade

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Bem-vindo ao mundo dos sonhos!


Já quase a terminarmos a Semana da Biblioteca Escolar, aqui fica um acróstico elaborado pela turma do 1.º e 4.º ano da Escola do 1.º CEB de Oliveira de Barreiros. Que talentosos! A acompanhar este acróstico, uma fotografia de parte do placar da BE/CRE D. Luís de Loureiro.


Bem-vindo ao mundo dos sonhos!
Imaginação, ficção ou realidade
Bem te podes ocupar.
Ler faz-te crescer,
Inventar, descobrir e conhecer.
Ontem, hoje e amanhã, amigos sempre vais ter.
Tens os livros ao teu lado,
Encontras neles o que procuras.
Com a Biblioteca podes crescer.
Aprende a explorar o caminho do saber!

Os livros


Os livros

Apetece chamar-lhes irmãos,
Tê-los ao colo,
Afagá-los com as mãos,
abri-los de par em par,
ver o Pinóquio a rir
e o D. Quixote a sonhar,
e a Alice do outro lado
do espelho a inventar
um mundo de assombros
que dá gosto visitar.
Apetece chamar-lhes irmãos
E deixar brilhar os olhos
Nas páginas das suas mãos.

José Jorge Letria

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

A Biblioteca é um tesouro!



Hoje, na Biblioteca da Escola do 1.º CEB de S. João de Lourosa, os meninos e as meninas ouviram uma história sobre um tesouro. Um tesouro feito de livros e outros materiais. O nosso maior tesouro: a biblioteca!

Aqui fica mais um acróstico da turma do 6.º B:


Brincar até fartar
Interessante para aprender e ensinar
Bibliotecário para ajudar
Livros para ler e explorar
Imaginar e pensar
O dicionário na mão, é só diversão!
Trabalhar sem parar
Encantar e brincar
Caminhar na imaginação
Adoro a biblioteca!

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Porque sem bibliotecas viveríamos em desertos...


Mais um poema sobre os livros e as bibliotecas.

As florestas são imensas bibliotecas,
e até há florestas especializadas,
com faias, bétulas e um letreiro
a dizer: «Floresta de zonas temperadas».

É evidente que não podes plantar
no teu quarto, plátanos ou azinheiras.
Para começar a construir uma biblioteca,
basta um vaso de sardinheiras.

in Herbário, de Jorge Sousa Braga, Editora Assírio & Alvim

A Biblioteca é sensacional!

Foi assim que a turma A do 6.º ano exprimiu o gosto que tem pela biblioteca. Partilha-se aqui o acróstico realizado por esta turma, na aula de Língua Portuguesa, para comemorar a Semana da Biblioteca Escolar.

Bem se fazem boas pesquisas
Impossível não gostar!
Boas actividades se realizam e há
Livros para requisitar
Incríveis histórias para contar.
Óptimos filmes para ver
Terror, aventuras e comédia
Estudar também é bom para recuperar.
Computadores? Não é só para jogar…
A Biblioteca é sensacional!

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

A Biblioteca é a casa dos livros


A biblioteca é a casa onde moram os livros. Os livros são janelas para o mundo. Cheiram bem como as flores e as árvores e são sombra e luz do sol, poentes ou manhãs de orvalho. Porque sem bibliotecas viveríamos em desertos, aqui fica um belíssimo poema de Jorge Sousa Braga.

As árvores e os livros

As árvores como os livros têm folhas
e margens lisas ou recortadas,
e capas (isto é copas) e capítulos
de flores e letras de oiro nas lombadas.

E são histórias de reis, histórias de fadas,
as mais fantásticas aventuras,
que se podem ler nas suas páginas,
no pecíolo, no limbo, nas nervuras.

in Herbário, de Jorge Sousa Braga, publicado pela Editora Assírio & Alvim


Aprender mais e melhor com a biblioteca escolar


Hoje celebra-se o Dia da Biblioteca Escolar. Pode ler-se no Manifesto da Biblioteca Escolar que "A Biblioteca Escolar disponibiliza serviços de aprendizagem, livros e recursos que permitem a todos os membros da comunidade escolar tornarem-se pensadores críticos e utilizadores efectivos da informação em todos os suportes e meios de comunicação."

A turma C do 5.º ano conseguiu, no seu acróstico (desafio lançado a todas as turmas do Agrupamento) enunciar, de forma tão interessante, a missão da biblioteca escolar:


Bons Livros
Interessantes e
Bonitos para
Ler e melhorar a nossa
Imaginação.
O local ideal para estudar,
Treinar, consultar, pesquisar
E dar asas à
Criatividade.
A biblioteca é o tesouro da aprendizagem!


sábado, 24 de outubro de 2009

Semana da Biblioteca Escolar

Imagem retirade de http://poetasalutor2.files.wordpress.com/2009/03/biblioteca.jpg


"Quando se entra numa biblioteca, nunca se sai igual. Lá dentro está o mundo todo. Quando se vê o mundo todo, fica-se sempre diferente."

In Colecção de postais , RBE

No nosso Agrupamento, ao longo da próxima semana, festeja-se a Biblioteca Escolar. Realizaremos várias actividades, nomeadamente:
• Formação de utilizadores (nas bibliotecas D. Luís de Loureiro, de S. João de Lourosa e do Loureiro)
• Caça ao tesouro (5.º anos)
• Exposição de trabalhos sobre a Biblioteca Escolar realizados pelos alunos dos diferentes níveis de ensino do Agrupamento
• Actualização/Divulgação da página Web da BE/CRE
• Neste blog, “5 dias /5 poemas” sobre bibliotecas, livros e leitura…
• Início da actividade “Começar bem o dia, com poesia!”, que envolve todos os níveis de ensino do agrupamento.

sexta-feira, 15 de maio de 2009

Dia Internacional da Família

( Imagem retirada de antigasternuras.blogspot.com )
"As crianças tornam-se leitoras ao colo dos pais."
Emilie Buchwald
Hoje, dia 15 de Maio, celebra-se o Dia Internacional da Família. Este dia foi proclamado pela Assembleia Geral das Nações Unidas em 20 de Setembro de 1993. O Dia Internacional da Famíla promove a reflexão e a discussão acerca do conceito de família nas sociedades do mundo inteiro.

A família é o lugar por excelência para promover a leitura. Os filhos devem começar a ouvir histórias no colo quente da mãe e do pai. Com efeito, como afirma Emilie Buchwald, “as crianças tornam-se leitoras ao colo dos pais”. É, pois, muito importante, que as crianças descubram o prazer de ler muito antes de saberem ler, no calor doce e terno da família.

Os livros , as histórias lidas ao colo, no aconchego da cama, antes do sono embalar os sonhos, ou durante o dia, a qualquer hora, vão ajudar os mais pequenos a descobrir imensas coisas, a crescer e a ver os livros como companheiros de brincadeira e da vida.

Da mesma forma, se uma criança vê o pai , a mãe, os irmãos a lerem, terá mais probabilidades de se tornar um grande leitor. Sem a preciosa colaboração dos pais, as actividades de promoção da leitura que a biblioteca leva a cabo não seriam possível, obviamente. Queremos, com eles, desabrochar nos mais pequeninos o gosto pela leitura e pelos livros.